{"id":9646,"date":"2022-11-22T21:18:00","date_gmt":"2022-11-22T21:18:00","guid":{"rendered":"http:\/\/aleonadminsite"},"modified":"2023-01-19T16:29:38","modified_gmt":"2023-01-19T19:29:38","slug":"gestao-empresarial-a-visao-estrategica-como-fator-de-desenvolvimento-de-micro-e-pequenas-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/leonlisboa.com.br\/site\/gestao-empresarial-a-visao-estrategica-como-fator-de-desenvolvimento-de-micro-e-pequenas-2\/","title":{"rendered":"Gest\u00e3o Empresarial: A Vis\u00e3o Estrat\u00e9gica Como Fator De Desenvolvimento De Micro E Pequenas"},"content":{"rendered":"<div class=\"separator\" style=\"clear:both;text-align:center;\"><\/div>\n<p>Escrito por <span class=\"author\"><a href=\"http:\/\/www.administradores.com.br\/u\/aloizio_ziareki\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Aloizio Ziareski<\/a><\/span><\/p>\n<div class=\"summary\">O foco desse estudo \u00e9 desenvolver pesquisa acerca da agressiva evolu\u00e7\u00e3o que o mercado vem tendo nos \u00faltimos anos o que exige das empresas, independente de seu porte a busca continua por mecanismos norteados a uma vis\u00e3o estrat\u00e9gica que o auxilie na identifica\u00e7\u00e3o de fatores que possam causar algum impacto para a organiza\u00e7\u00e3o, evidenciar as vantagens que a vis\u00e3o macro pode agregar ao micro e pequeno empreendedor, que com pr\u00e1ticas gerenciais auto-sustent\u00e1veis regidas pela elabora\u00e7\u00e3o de um plano estrat\u00e9gico tem como objetivo; fortalecer, organizar e elevar o status da organiza\u00e7\u00e3o a um n\u00edvel de compet\u00eancia superior. Destacar a import\u00e2ncia da vis\u00e3o estrat\u00e9gica para os dias de hoje, bem como indicar caminhos para o desenvolvimento de um planejamento pr\u00f3prio. O presente estudo nos incita a apreciar que a empresa que tem ambi\u00e7\u00e3o de se fortalecer, se destacar e se evidenciar no mercado deve investir, seja financeira, ou intelectualmente, principalmente essa \u00faltima, na gest\u00e3o sustent\u00e1vel. A metodologia utilizada para alcan\u00e7ar tal objetivo foi pesquisas bibliogr\u00e1ficas no qual o resultado obtidoneste estudo confirmando a import\u00e2ncia que o planejamento pode ter para o empreendedor seja qual for a sua esfera de atua\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<p><!--more--><br \/>\n<a name=\"more\"><\/a><\/p>\n<p><b>1. Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><br \/>\nO foco principal deste estudo \u00e9 desenvolver embasamento te\u00f3rico acerca das vantagens que os micros e pequenos empreendimentos podem agregar ao seu neg\u00f3cio se possu\u00edrem uma vis\u00e3o macro do campo de atua\u00e7\u00e3o, para tal se faz necess\u00e1ria uma breve introdu\u00e7\u00e3o para que se estabele\u00e7a o ponto de partida.<\/p>\n<p>No mundo atual, em um mercado que est\u00e1 cada vez mais \u201cagressivo\u201d e que exige a constante busca por mecanismos norteados a uma vis\u00e3o estrat\u00e9gica a qual a auxilie na identifica\u00e7\u00e3o de fatores que possam causar algum impacto na organiza\u00e7\u00e3o, seja ele positivo ou negativo. Para que uma empresa alcance sua sustentabilidade corporativa \u00e9 necess\u00e1rio uma gest\u00e3o estrat\u00e9gica competitiva, progressiva e voltada para o crescimento. Nos dias atuais h\u00e1 a crescente conscientiza\u00e7\u00e3o dos empreendedores que focam o desenvolvimento de novas pr\u00e1ticas gerenciais independente do seu porte, essa constante vem se fortalecendo gradativamente nas organiza\u00e7\u00f5es que por meios eficientes buscam a sustentabilidade e desse modo a sobreviv\u00eancia no mundo globalizado, conforme Santos et al (2001) \u201cNas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas, as organiza\u00e7\u00f5es brasileiras, tanto privadas como p\u00fablicas, de forma crescente passaram a se conscientizar da import\u00e2ncia da revis\u00e3o dos seus modelos de gest\u00e3o\u201d<\/p>\n<p>\u00c9 fato que a gest\u00e3o conservadora, com uma vis\u00e3o fechada est\u00e1 se tornado obsoleta e sua tend\u00eancia natural \u00e9 o desaparecimento com o passar do tempo.Em meio a tantas ideias que foram aflorando principalmente a partir da d\u00e9cada de 70 onde os primeiros passos para as novas pr\u00e1ticas de gest\u00e3o empresarial foram dadas. O empreendedor que tem como norte essa vis\u00e3o macro tem maiores oportunidades de se fortalecer e ganhar o seu espa\u00e7o no mercado, com isso as empresas com vis\u00e3o micro, ou seja, conservadores acabam sendo \u201cengolidas\u201d pelos novos empreendimentos que cada vez mais, buscam pelas novas e agressivas formas de gest\u00e3o com vis\u00e3o macro. Essas transforma\u00e7\u00f5es se d\u00e3o tamb\u00e9m pelo fato dos consumidores estarem cada vez mais exigentes na hora de escolher um bem ou servi\u00e7o.<\/p>\n<p>O objetivo da presente pesquisa \u00e9 demonstrar que qualquer empresa que tenha ambi\u00e7\u00e3o de se estabelecer, fortalecer, e elevar o status da organiza\u00e7\u00e3o a um n\u00edvel de respeito deve ter em mente essa vis\u00e3o estrat\u00e9gica, tamb\u00e9m tem como objetivo transmitir de forma clara, coerente e simplificada os fatores mais palp\u00e1veis para o \u00e2mbito das micro e pequenas empresas. A metodologia utilizada para alcan\u00e7ar tal objetivo foi atrav\u00e9s de pesquisas bibliogr\u00e1ficas e te\u00f3ricas para embasamento, a soma desses conjuntos foi fundamental para enriquecimento do projeto. O qual agregou uma vis\u00e3o mais abrangente acerca do assunto.<\/p>\n<p><b>2. A Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica<\/b><\/p>\n<p>A gest\u00e3o estrat\u00e9gica \u00e9 o desafio das organiza\u00e7\u00f5es do s\u00e9culo XXI, pois com a constante evolu\u00e7\u00e3o do mercado e com as exig\u00eancias cada vez mais rigorosas do mercado consumidor, se faz necess\u00e1ria essa busca continua por meios de gest\u00e3o com vis\u00f5es al\u00e9m do alcance. Tendo em vista que o modelo de gest\u00e3o praticado outrora que possu\u00eda uma abordagem mais fechada, ou seja, conservadora esta de certo modo obsoleta com o grande avan\u00e7o e desenvolvimento dessas pr\u00e1ticas organizacionais que a \u00e1rea vem tendo ao longo dos \u00faltimos anos, cada vez mais o empreendedor necessita ter uma vis\u00e3o ampla com uma abrang\u00eancia macro, que busca constantemente a inova\u00e7\u00e3o e a criatividade.<\/p>\n<p>Segundo menciona Ferreira, Reis e Pereira (1997, p.9) as estrat\u00e9gias emergentes de gest\u00e3o vem materializando as propostas de mudan\u00e7as nos princ\u00edpios j\u00e1 consagrados pelas tr\u00eas teorias que podem ser consideradas como pilares da administra\u00e7\u00e3o moderna, sendo em sua principal influ\u00eancia o desenvolvimento tecnol\u00f3gico e da comunica\u00e7\u00e3o. Com embasamento nos preceitos ditos pelos grandes autores da Teria da administra\u00e7\u00e3o, Taylor e Fayol o que vemos nos dias atuais nada mais \u00e9 que uma constante natural do que j\u00e1 havia sido conceituado por eles no s\u00e9culo passado, hoje com a globaliza\u00e7\u00e3o e a aproxima\u00e7\u00e3o de diversos fatores a maneira de comercializa\u00e7\u00e3o sofreu varias muta\u00e7\u00f5es, isso se deu devido \u00e0s facilidades que vem transformando agressivamente a forma de vender e a forma de comprar. Conforme nos passa Timmons (1990 apud, DORNELAS, 2005) \u201cO empreendedorismo \u00e9 uma revolu\u00e7\u00e3o silenciosa, que ser\u00e1 para o s\u00e9culo XXI mais do que a revolu\u00e7\u00e3o Industrial foi para o s\u00e9culo XX\u201d nota-se que essa \u201crevolu\u00e7\u00e3o\u201d que vemos nos dias atuais j\u00e1 era prevista. Essa necessidade da busca pelo diferencial nada mais \u00e9 que revisar a forma de conduzir o neg\u00f3cio, para uma empresa que tem como objetivo conquistar seu espa\u00e7o e se fortalecer como referencia \u00e9 preciso evoluir naturalmente sendo aberto e n\u00e3o ter receio do novo. Diversas teorias surgidas no decorrer dos \u00faltimos anos nos revelam f\u00f3rmulas b\u00e1sicas simples e eficientes que tem como norte a constru\u00e7\u00e3o de uma estrutura s\u00f3lida que consiga aproveitar as oportunidades e que consiga detectar amea\u00e7as a tempo de super\u00e1-las. Devido ao amplo campo te\u00f3rico. A fim de afunilar essa pesquisa para produzir um referencial mais s\u00f3lido e coerente, evidenciaremos durante o estudo as principais ferramentas utilizadas na gest\u00e3o estrat\u00e9gica para pequenas e micro empresas.<\/p>\n<p><b>3. As Micro e Pequenas Empresas na Atualidade<\/b><\/p>\n<p>O universo em que as micro e pequenas empresas est\u00e3o inseridos hoje \u00e9 um campo muito amplo e vasto com um grande n\u00famero de possibilidades e oportunidades. De acordo com dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE, 2011) em 2001 as micro e pequenas empresas representavam 97,6% das empresas em atividade no Brasil, mas que infelizmente outro dado estat\u00edstico tamb\u00e9m de responsabilidade do IBGE nos indica um n\u00famero absurdo de mortalidade desses empreendimentos que acabam fechando as portas ainda no primeiro ano de atua\u00e7\u00e3o que chega a casa de 50%, para que a organiza\u00e7\u00e3o consiga evitar tornar- se mais um n\u00famero nesse dado estat\u00edstico e transpor essa barreira conquistando seu espa\u00e7o ela deve possuir um esp\u00edrito empreendedor tendo como norte uma gest\u00e3o estrat\u00e9gica com uma percep\u00e7\u00e3o macro organizacional elencando os fatores externos e internos.<\/p>\n<p>Outro fato de relev\u00e2ncia e que deve ser observado com aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o peso que as micro e pequenas empresas t\u00eam para a economia do nosso pa\u00eds, sendo dado estat\u00edstico que 60% dos empregos formais registrados no Brasil s\u00e3o gerados por essas organiza\u00e7\u00f5es de pequeno porte e que sua representa\u00e7\u00e3o no PIB (Produto Interno Bruto) \u00e9 de 20% de acordo com os dados de SEBRAE apud Braga (2006).<br \/>\nPartindo dessas informa\u00e7\u00f5es nota-se a import\u00e2ncia dessas organiza\u00e7\u00f5es tanto para a economia nacional quanto para a pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o que se beneficia em dois est\u00e1gios sendo o da empregabilidade e o de consumo, movimentando desta forma o sistema econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Vale destacar que a micro e pequena empresa esta regida sob a luz da Lei N\u00b0 9.841\/99, para uma empresa ser caracterizada como micro ou pequena ela deve se enquadrar nos termos do cap\u00edtulo II, artigo 2\u00ba, inciso 1\u00ba o qual disp\u00f5e que; microempresa \u00e9 a pessoa jur\u00eddica e a firma mercantil individual que tiver receita brutaanual igual ou inferior a R$ 244.000,00 (duzentos e quarenta e quatro mil reais);e com o Decreto n\u00ba 5.028, de 31 de mar\u00e7o de 2004 esse limite sofreu um reajuste e passou a ter o limite de receita bruta anual de R$ 433.755,14 (quatrocentos e trinta e tr\u00eas mil setecentos e cinquenta e cinco reais e quatorze centavos).<\/p>\n<p>Apesar da express\u00e3o que essas organiza\u00e7\u00f5es t\u00eam para a economia nacional esse setor ainda \u00e9 muito carente no que diz respeito \u00e0 inova\u00e7\u00e3o conforme Pereira (2010) essa car\u00eancia pode ser significativamente negativo diante dos outros pa\u00edses. Mas \u00e9 fato que essa situa\u00e7\u00e3o vem mudando gradativamente, com a busca pelo diferencial e m\u00e9todos de gest\u00e3o auto-sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p><b>4. A Busca pelo Diferencial<\/b><\/p>\n<p>Nos diais atuais \u00e9 crescente o n\u00famero de empresas que est\u00e3o abrindo suas portas para a inova\u00e7\u00e3o investindo na aplica\u00e7\u00e3o de diversificados m\u00e9todos e ferramentas que o auxiliem na detec\u00e7\u00e3o do ponto de vista ideal de gest\u00e3o atrav\u00e9s de pr\u00e1ticas gerenciais evolutivas, paraPorter (2004, p. 184), \u201ca inova\u00e7\u00e3o do produto pode ampliar o mercado e, conseq\u00fcentemente, promover o crescimento da ind\u00fastria e \/ ou pode acentuar a diferencia\u00e7\u00e3o do produto\u201d, tendo como base, que a inova\u00e7\u00e3o \u00e9 um fator primordial para se destacar dentre a concorrencia pode-se dizer que a empresa que tem uma vis\u00e3o macro organizacional norteada na busca por essa inova\u00e7\u00e3o e que almeja sua sustentabilidade j\u00e1 possui um diferencial. Em muitas vezes esse diferencial pode se realizar por meios e atitudes simples, bem como por grandes projetos. Como no estudo em caso estamos focados nas pequenas empresas, e essas que por muitas vezes acabam se esbarrando nas limita\u00e7\u00f5es financeiras e com isso consequentemente s\u00e3o desmotivadas e acabam se abatendo conforme nos incitaSkarzynski, Gibson (apud PEREIRA, 2010) \u201cSem d\u00favida, a inova\u00e7\u00e3o pode ser um esfor\u00e7o arriscado. Algumas vezes, empresas usaram esse argumento para justificar o medo instintivo da novidade.<\/p>\n<p>Mas o que muitas n\u00e3o conseguem entender \u00e9 que a inova\u00e7\u00e3o, na realidade, n\u00e3o tem nada a ver com risco\u201d\u00e0 limita\u00e7\u00e3o financeira n\u00e3o deve ser vista como obst\u00e1culo na busca por esse diferencial, vale se destacar que esse diferencial pode ser alcan\u00e7ado de in\u00fameras formas, a seguir ser\u00e1elencado algumas ferramentas que podem agregar novos valores ao produto, promover o envolvimento de todos ao objetivo em quest\u00e3o, elaborar estudos acerca do mercado em que esta ou quer se inserir, analisar os consumidores que ser\u00e3o o seu p\u00fablico alvo, a rentabilidade, quest\u00f5es geogr\u00e1ficas, elabora\u00e7\u00e3o de planos e metas, aonde esta e onde almeja chegar.A soma desta composi\u00e7\u00e3o de fatores correlatos forma o planejamento estrat\u00e9gico.<\/p>\n<p><b>5. O Planejamento Estrat\u00e9gico<\/b><\/p>\n<p>O planejamento estrat\u00e9gico tem como objetivo principal incorporar novos valores \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o, maximizar e agregar a gest\u00e3o, novas pr\u00e1ticas corporativas e auto-sustent\u00e1veis, que tragam de algum modo vantagens para empresa e auxiliar na tomada de decis\u00f5es. A sua pr\u00e1tica vem ganhando for\u00e7a ao passo que esse nicho vem sentido essa necessidade de inovar. O planejamento quando bem constru\u00eddo, elaborado e praticado em sua m\u00e1xima, tem o poder vital de elevar o status da empresa, \u00e9 valido ressaltar que o planejamento n\u00e3o depende apenas da administra\u00e7\u00e3o, mas sim de todos os envolvidos.<\/p>\n<p>Seguindo esse pensamento de acordo com Fayol (1981 apud, ANDRADE, 2007), \u201cAdministrar \u00e9: prever, Organizar, comandar, coordenar e controlar.\u201d Em suma o planejamento estrat\u00e9gico \u00e9 exatamente o que nos foi conceituado no s\u00e9culo passado pelas teorias da abordagem cl\u00e1ssica e tradicional da administra\u00e7\u00e3o, que ganhou os moldes que tem hoje e come\u00e7ou a ter maior evidencia nos \u00faltimos 40 anos.<\/p>\n<p>O planejamento estrat\u00e9gico \u00e9 composto pela detec\u00e7\u00e3o dos fatores positivos e negativos, externos e internos que podem influ\u00eancia o neg\u00f3cio, ap\u00f3s esse levantamento o conte\u00fado elaborado \u00e9 referencia para a elabora\u00e7\u00e3o do modelo de gest\u00e3o estrat\u00e9gica que compreende nas seguintes etapas; Miss\u00e3o,<br \/>\nVis\u00e3o e Valores, sendo de forma sintetizada:<\/p>\n<p><b>Miss\u00e3o:<\/b> O objetivo que a empresa almeja alcan\u00e7ar com a implanta\u00e7\u00e3o do plano estrat\u00e9gico.<\/p>\n<p><b>Vis\u00e3o:<\/b> Onde a empresa est\u00e1 hoje e onde ela quer estar no futuro.<\/p>\n<p><b>Valores:<\/b> Identificar todas as caracter\u00edsticas, os princ\u00edpios e ambi\u00e7\u00f5es da empresa.<\/p>\n<p>Pode-se dizer que este processo consiste em enaltecer a filosofia organizacional, de uma empresa a qual visa emergir a organiza\u00e7\u00e3o a um novo patamar institucional, atrav\u00e9s dele os Stakeholder potenciais tem a possibilidade de ter uma vis\u00e3o do \u2018produto \/ servi\u00e7o\u2019 o qual a corpora\u00e7\u00e3o est\u00e1 comprometida a trabalhar, inserir ou atuar.<\/p>\n<p><b>5.1 Ado\u00e7\u00e3o de Plano Estrat\u00e9gico<\/b><\/p>\n<p>A gest\u00e3o estrat\u00e9gica se bem elaborada e implantada em sua totalidade tem o potencial de elevar o status e a cultura do empreendimento a um n\u00edvel superior e alavancar os neg\u00f3cios da empresa, mas para isso deve ser levado a s\u00e9rio, pois do contr\u00e1rio ao inv\u00e9s de acolher benef\u00edcios para a organiza\u00e7\u00e3o, se mal estruturado e aplicado pode acumular fatores negativos. A empresa que quer investir em um plano de estrat\u00e9gia deve contar com o comprometimento de todos os envolvidos nos processos da organiza\u00e7\u00e3o. (Skarzynski e Rowan(2008 apud PEREIRA, 2010)<\/p>\n<p>Muitos executivos dizem que o problema n\u00e3o \u00e9 a falta de ideias, mas saber quais s\u00e3o as ideias corretas a serem colocadas em pr\u00e1tica. As empresas costumam errar quando decidem prematuramente que uma ideia \u00e9 \u2018boa\u2019 ou \u2018ruim\u2019, empregando recursos demais nas supostas boas ideias e eliminando as tidas como ruins. Acreditamos que \u00e9 melhorar considerar as novidades como algo que evolu\u00eddo est\u00e1gio \u2018embrion\u00e1rio\u2019 at\u00e9 a \u2018maturidade total\u2019.<\/p>\n<p>Seguindo essa m\u00e1xima, vale destacar a import\u00e2ncia de se planejar e colocar as ideias em pr\u00e1tica somente a partir do momento em que ela estiver bem trabalhada e amadurecida. A a\u00e7\u00e3o por impulso pode comprometer a efic\u00e1cia da a\u00e7\u00e3o. Para auxiliar o empres\u00e1rio existem diversas ferramentas e inclusive servi\u00e7os especializados.Hoje uma das principais subsidi\u00e1rias do empreendedor \u00e9 o SEBRAE essa que presta aos empreendedores apoio e assist\u00eancia na elabora\u00e7\u00e3o de metas e planos de a\u00e7\u00e3o. Chiavenato e Sapiro (2003, p. 39) nos relatam que \u201co planejamento estrat\u00e9gico \u00e9 um processo de formula\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias organizacionais no qual se busca a inser\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o e de sua miss\u00e3o no ambiente em que ele est\u00e1 atuando\u201d. A ado\u00e7\u00e3o de uma gest\u00e3o estrat\u00e9gica tem como objetivo identificar fatores positivos e negativos, oportunidades e as amea\u00e7as, buscando assim maximizar a lucratividade e efici\u00eancia dos processos que envolvem qualquer etapa da organiza\u00e7\u00e3o e minimizar os desperd\u00edcios e preju\u00edzos advindos da m\u00e1 prepara\u00e7\u00e3o dos colaboradores e envolvidos, a identifica\u00e7\u00e3o desses fatores \u00e9 um passo a frente no caminho da sustentabilidade empresarial, algo que hoje \u00e9 um objetivo vislumbrado por uma grande minoria. A soma destes fatores transforma as a\u00e7\u00f5es, os m\u00e9todos e os meios utilizados na produ\u00e7\u00e3o do bem ou servi\u00e7o em um agente efetivo na progress\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No auxilio da identifica\u00e7\u00e3o desses fatores existem diversas ferramentas, sendo as principais e mais usuais as ferramentas; de an\u00e1lise SWOT; ciclo PDCA, Brainstorming, Feedback,Benchmarking,etc.<\/p>\n<p><b>6. As Ferramentas e Suas Fun\u00e7\u00f5es<\/b><\/p>\n<p>As ferramentas de gest\u00e3o estrat\u00e9gica s\u00e3o os caminhos que uma organiza\u00e7\u00e3o pode escolher para evoluir.Tendo como ponto inicial esta premissa a organiza\u00e7\u00e3o pode apropriar-se destas a fim de melhorar, aperfei\u00e7oar suas a\u00e7\u00f5es e estrat\u00e9gias e at\u00e9 mesmo atingir uma parcela maior do mercado, essas ferramentas o auxiliam na detec\u00e7\u00e3o da sua situa\u00e7\u00e3o atual em que a empresa encontra-se, o qual \u00e9 analisado, estudado e ap\u00f3s este certame \u00e9 incitado a vislumbrar uma situa\u00e7\u00e3o em que deseja se encontrar no futuro. Na sequ\u00eancia ser\u00e3o destacadas as principais ferramentas utilizadas na gest\u00e3o estrat\u00e9gica,os m\u00e9todos elencados neste trabalho podem ser utilizados em qualquer esfera de atua\u00e7\u00e3o, independente de seu porte, como o foco desta pesquisa \u00e9 a micro e pequena empresa ser\u00e1 listada apenas metodologias que n\u00e3o envolvam um disp\u00eandio financeiro e que possuem por natureza uma aplica\u00e7\u00e3o intuitiva e de f\u00e1cil assimila\u00e7\u00e3o. Com o objetivo de afunilar este projeto os fatores em estudo ser\u00e3o descritosde forma sintetizada,uma vez que o foco \u00e9 apenas destacar essas pr\u00e1ticas.<\/p>\n<p><b>6.1 An\u00e1lise SWOT<\/b><\/p>\n<p>A primeira ferramenta evidenciada aqui \u00e9 a an\u00e1lise SWOT que \u00e9 abreviatura de quatro palavras derivadas da l\u00edngua inglesa. Essa ferramenta teve seu surgimento e desenvolvimento por volta das d\u00e9cadas de 60 e 70 h\u00e1 literaturas que a creditam a dois professores da universidade de Harvard Kenneth Andrews e Roland Christensen e outras a Albert Humphrey da universidade de Stanford.De acordo com Sun Tzu (apudTARAPANOFF, 2001, p. 209) o empreendedor que quer apropriar esta ferramenta ao seu neg\u00f3cio deve manter-se; concentrado nos pontos fortes, reconhecer as fraquezas, agarrar as oportunidades e seproteger contra as amea\u00e7as seguindo esta m\u00e1xima, pode-se dizer que esta t\u00e9cnica j\u00e1 vem sendo estuda e praticada h\u00e1 muitos s\u00e9culos visto que esta coloca\u00e7\u00e3o de Sun Tzu \u00e9 datada de 500 anos a. C., o que vemos hoje na verdade \u00e9 o seu aperfei\u00e7oamente atrav\u00e9s da An\u00e1lise SWOT. A sua principal fun\u00e7\u00e3o \u00e9 analisar o cen\u00e1rio em que uma organiza\u00e7\u00e3o esta inserida. Seus significados seguem dispostos abaixo:<\/p>\n<p><b>\u00b7 Strengths<\/b> \u2013 For\u00e7as ou pontos fortes<\/p>\n<p><b>\u00b7 Weeknesses<\/b> \u2013 Fraquezas ou pontos fracos<\/p>\n<p><b>\u00b7 Opportunities<\/b> \u2013 Oportunidades<\/p>\n<p><b>\u00b7 Threats<\/b> \u2013 Amea\u00e7as<\/p>\n<p>De simples compreens\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o, consiste em rastrear e identificar os fatores que podem influenciar nas atividades de uma organiza\u00e7\u00e3o, conforme nos incita Maximiano (2000, p.102) o rastreamento e identifica\u00e7\u00e3o dos fatores que influenciam na estrat\u00e9gia da organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 o processo no qual deve-se elaborar uma estrat\u00e9gia baseada em an\u00e1lise dos ambientes externo e interno de uma organiza\u00e7\u00e3o e consiste em definir objetivos para a rela\u00e7\u00e3o com o ambiente, levando em conta os desafios e as oportunidades internas e externas essas que por sua vez podem ser destacados como aspectos positivos e negativos sendo dividido em fatores internos; o qual compreende na an\u00e1lise das for\u00e7as e fraquezas da organiza\u00e7\u00e3o e os externos que por sua vez analisam as oportunidades e as amea\u00e7as.Conforme Ansoff, McDonnell (apud TONINI et al, 2007) \u201ca an\u00e1lise SWOT \u00e9 uma das ferramentas degest\u00e3o para suporte ao planejamento estrat\u00e9gico\u201d partindo deste princ\u00edpiopode-se considerar que est\u00e1 ferramenta \u00e9 a base para o desenvolvimento de uma gest\u00e3o de planejamento estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p><b>6.2 Ciclo PDCA<\/b><\/p>\n<p>O Ciclo PDCA \u00e9 a abreviatura de quatro palavras, que tamb\u00e9m s\u00e3o derivadas da l\u00edngua inglesa, esta ferramenta consiste em preceitos b\u00e1sicos de estrutura de gerenciamento cont\u00ednuo com simples aplica\u00e7\u00e3o foiidealizado por Shewhart, difundido por Edward Deming e aperfei\u00e7oado pelos estudos de J. Juran e K. Ishikawa,de acordo com Pacheco (2009) \u201cO Ciclo PDCA, tamb\u00e9m conhecido como Ciclo de Shewhart, Ciclo da Qualidade ou Ciclo deDeming, \u00e9 uma metodologia que tem como fun\u00e7\u00e3o b\u00e1sica o aux\u00edlio no diagn\u00f3stico, an\u00e1lise e progn\u00f3sticode problemas organizacionais\u201d o qual compreende:<\/p>\n<p>\u00b7 P = PLAN \u2013 Planejar<br \/>\n\u00b7 D = DO \u2013 Fazer<br \/>\n\u00b7 C = CHECK \u2013 Checar<br \/>\n\u00b7 A = ACT \u2013 Agir<\/p>\n<p>Sua aplica\u00e7\u00e3o consiste em elaborar planejamento a cerca de atividades correlatas e seu diagrama cl\u00e1ssico \u00e9 localizado em diversas bibliografias da seguinte forma:<\/p>\n<p>De acordo com Juran (1998) e Mello (2006) (apud BONDUELLE, 2009, p.2) o ciclo PDCA \u00e9 realizado na seguinte sequ\u00eancia:<\/p>\n<p>\u00b7 Planejar \u2013 s\u00e3o estabelecidos os objetivos e processos a serem controlados para alcan\u00e7ar os resultados pretendidos, com a finalidade de atender os requisitos do cliente e as pol\u00edticas dopr\u00f3prio sistema de gest\u00e3o.<br \/>\n\u00b7 Fazer \u2013 implica a implementa\u00e7\u00e3o dos processos.<br \/>\n\u00b7 Verificar \u2013 \u00e9 a fase em que os processos e seus resultados s\u00e3o registrados e avaliados quantoao atendimento \u00e0s pol\u00edticas, objetivos e requisitos estabelecidos para o produto ou servi\u00e7o.<br \/>\n\u00b7 Atuar corretivamente \u2013 inclui a sele\u00e7\u00e3o e tomada de a\u00e7\u00f5es corretivas para evitar a repeti\u00e7\u00e3ode situa\u00e7\u00f5es indesej\u00e1veis ou n\u00e3o-conformes com os requisitos estabelecidos.<\/p>\n<p>Conforme Bonduelle (2009) \u201cO ciclo PDCA n\u00e3o \u00e9 utilizado apenas para diagnosticar n\u00e3o-conformidades, mas tamb\u00e9m paraevitar que elas aconte\u00e7am. Isso implica a tomada de a\u00e7\u00f5es preventivas, que atuam antes que o problemaocorra\u201d.Em resumo este m\u00e9todo busca nortear e estabelecer uma organiza\u00e7\u00e3o para o; planejar, executar, verificar e agir criando por meio destes fatores um ciclo de a\u00e7\u00f5es norteadas a elabora\u00e7\u00e3o de uma gest\u00e3o estrat\u00e9gica a qual induzir\u00e1 a organiza\u00e7\u00e3o uma melhor efic\u00e1cia e efici\u00eancia em seus processos proporcionando desta forma a efetividade nas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><b>6.3 Brainstorming<\/b><\/p>\n<p>\u00c9 uma din\u00e2mica de grupo que tem como objetivo explorar o potencial intelectual de um grupo, o termo Brainstorming pode ser traduzido em sua forma literal como \u201cTempestade Cerebral\u201d (WIKIP\u00c9DIA, 2010), ou seja, uma chuva de ideias \u00e9 um estimulo a participa\u00e7\u00e3o e envolvimento dos indiv\u00edduos de um grupo no desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es para a organiza\u00e7\u00e3o. Acria\u00e7\u00e3o e desenvolvimento desta ferramenta ocorreram por volta da d\u00e9cada de 30 e \u00e9 creditada a Alex Osborn (BEM, 2008). \u00c9 norteada em tr\u00eas princ\u00edpios sendo eles; Encontrar os fatos; Gera\u00e7\u00e3o da ideia; Encontrar a solu\u00e7\u00e3o. Essa t\u00e9cnica tem por objetivo estimular o patrim\u00f4nio intelectual de um grupo na organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O processo do Brainstorming consiste na coleta de sugest\u00f5es e ideias que surgem por meio de discuss\u00f5es a cerca de uma problem\u00e1tica, para que se desenvolva uma discuss\u00e3o produtiva \u00e9 interessante que ocorra a participa\u00e7\u00e3o de todos os setores com compet\u00eancias distintas, pois a soma destas experi\u00eancias pode retornar resultados mais satisfat\u00f3rios neste processo de coleta de dados com a \u201cchuva de ideias\u201d. Esse processo d\u00e1 espa\u00e7o a uma outra ferramenta que pode ser caracterizada como suporte, uma subdivis\u00e3o do Brainstorming que \u00e9 o Brainwrinting que nada mais \u00e9 do que compilar todas as ideias e sugest\u00f5es ocorridas no processo do Brainstorming.Em suma essa \u00e9 a principal atribui\u00e7\u00e3o desta ferramenta que pode ser fundamental na coleta de informa\u00e7\u00f5es e na localiza\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00e3o, ideias e desenvolvimento de f\u00f3rmulas para melhorar os processos, e m\u00e9todos, bem como agregar novas vis\u00f5es para a empresa.<\/p>\n<p><b>6.4 Feedback<\/b><\/p>\n<p>Como as demais ferramentas j\u00e1 elencadas esta tamb\u00e9m \u00e9 de origem da l\u00edngua inglesa, e sua tradu\u00e7\u00e3o literal \u00e9 Retorno.Consiste na constitui\u00e7\u00e3o de um retorno de avalia\u00e7\u00e3o de um Stakeholder, sua principal fun\u00e7\u00e3o \u00e9 desenvolver uma an\u00e1lise de como as a\u00e7\u00f5es est\u00e3o ocorrendo dentro da empresa, a partir deste retorno a organiza\u00e7\u00e3o pode verificar e analisar m\u00e9todos e f\u00f3rmulas a fim de corrigir uma falha ou ainda melhorar um servi\u00e7o que j\u00e1 possui qualidade para Beatriz (2010) \u201cO feedback \u00e9 fundamental e grande respons\u00e1vel pelo desenvolvimento pessoal e, conseq\u00fcentemente, para a melhoria do relacionamento entre os colaboradores a fim atingir metas e resultados nos processos organizacionais\u201d. No \u00e2mbito da micro e pequena empresa esta atividade pode ser atribu\u00edda na forma de pesquisas de satisfa\u00e7\u00e3o, contato com clientes, fornecedores e todos os demais Stakeholders.Para Mascarenhas (2009) \u201cEste processo melhora nosso autoconhecimento, reformula nossas atitudes e nos faz perceber melhor nossos pontos a desenvolver\u201d esta incita\u00e7\u00e3o nos leva a considerar a import\u00e2ncia desta ferramenta, bem como a sua simplicidade, praticidade e efetividade, ainda Mascarenhas (2009) nos destaca que o objetivo do feedback \u00e9 demonstrar ao outro, um terceiro como ele \u00e9 visto por n\u00f3s, ou vice-versa, com a finalidade de maximizar seu desempenho ou de readequ\u00e1-lo ao objetivo proposto por n\u00f3s.\u201d<\/p>\n<p><b>6.5 Stakeholder<\/b><\/p>\n<p>O Stakeholder, na verdade n\u00e3o \u00e9 uma ferramenta, mas sim um fator que est\u00e1 ao redor de uma organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 constitu\u00eddo por todos os interessados que de alguma forma est\u00e3o envolvidos em algum processo e que influenciam a organiza\u00e7\u00e3o para Antunes (2009) \u201cSaber quem s\u00e3o e a import\u00e2ncia que cada um tem torna vi\u00e1vel a gest\u00e3o do relacionamento de uma rede crescente de pessoas e institui\u00e7\u00f5es\u201d partindo desta vis\u00e3o conota-se a necessidade que uma organiza\u00e7\u00e3o deve dar ao gerenciamento dos seus Stakeholders. A sua transcri\u00e7\u00e3o \u00e9:<\/p>\n<p>\u00b7 Stake: interesse, participa\u00e7\u00e3o, risco<br \/>\n\u00b7 Holder: aquele que possui<\/p>\n<p>Para Paiva (2007) \u201cA import\u00e2ncia de identificar os stakeholders \u00e9 que al\u00e9m de serem afetados pelo projeto, eles podem ter uma influ\u00eancia direta ou indireta no seu resultado\u201d partido desta premissa pode-se pontuar a importancia que \u00e9 identificar o stakeholder potencial. Como j\u00e1 incitado o Stakeholder \u00e9 o agente que de forma direta ou indireta influencia de alguma forma uma a\u00e7\u00e3o ou processo dentro da organiza\u00e7\u00e3o, dentre os Stakeholders pode-se destacar os cliente, fornecedores, colaboradores, estado etc.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental que este fator seja an\u00e1lisado e destacado, pois \u00e9 dele que depende a sobrevivencia do empreendimento.<\/p>\n<p><b>6.6 Benchmarking<\/b><\/p>\n<p>O Benchmarking \u00e9 um instrumento que baseia-se na abordagem e aprendizagem de experiencias vividas por empresas de um mesmo nicho de neg\u00f3cio, esta ferramenta visa abrir uma vis\u00e3o relativa a compara\u00e7\u00e3o de empresas que atuam em um mesmo ramo de atividade a partir de coleta de dados, situa\u00e7\u00f5es e experiencias que podem em sua essencia melhorar a performance do empreendimento, reduzir os riscos de uma ideia n\u00e3o funcionar.SegundoSpendolini (apud MELO, 2000, p.2)\u201dBenchmarking \u00e9 um processo cont\u00ednuo e sistem\u00e1tico para avaliar produtos e processos detrabalho de organiza\u00e7\u00f5es que s\u00e3o reconhecidas como representantes das melhores pr\u00e1ticas, com afinalidade de melhoria organizacional\u201d partindo desta premissa pode-se pontuar que o Benchmarkingatua como uma f\u00f3rmula preventiva e que facilita a melhoria do desempenho da organiza\u00e7\u00e3o. Esta ferramenta possui tr\u00eas principais m\u00e9todos de pesquisa sendo divido em: Interno; Competitivo; Colaborativo que compreendem:<\/p>\n<p>\u00b7 Interno: o estudo em an\u00e1lise s\u00e3o os parametros do ambiente interno da organiza\u00e7\u00e3o;<br \/>\n\u00b7 Competitivo: o qual tem por objetivo analisar os fatores oriundos da concorr\u00eancia;<br \/>\n\u00b7 Colaborativo: onde ocorre uma troca de experi\u00eancia entre diversos ramos de atividade o que possibilitam o aproveitamento m\u00fatuo das excel\u00eancias. (SCARTOLIN, 2009).<\/p>\n<p>Esse instrumento tem em sua ess\u00eancia uma vis\u00e3o assertiva do campo de atua\u00e7\u00e3o e sua pr\u00e1tica pode trazer grandes resultados o que \u00e9fundamental para empresa.<\/p>\n<p><b>7. Conclus\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>No mundo atual a corrida pela conquista do espa\u00e7o no mercado esta cada vez mais acirrada e o empreendedor que tem como princ\u00edpio b\u00e1sico o desenvolvimento de sua marca e tornando-a referencia ao consumidor deve estar concatenado com as mudan\u00e7as buscando sempre inovar e constantemente reciclar seus m\u00e9todos de gest\u00e3o estrat\u00e9gica. Com a incorpora\u00e7\u00e3o destes valores a tend\u00eancia \u00e9 ampliar o seu leque de possibilidades e de clientes bem como ampliar o princ\u00edpio de economicidade, otimizar os m\u00e9todos e sistema sempre visando agregar novos valores ao seu produto ou servi\u00e7o. No estudo realizado nesse projeto o objetivo foi enfatizar as principais ferramentas corporativas de gest\u00e3o e destacar a import\u00e2ncia que um planejamento estrat\u00e9gico pode trazer para o empreendedor. As pesquisas enfatizadas no presente certame nos confirmam que cada vez mais o empres\u00e1rio independente de seu porte, vem buscando essas ferramentas de planejamento estrat\u00e9gico como base de propuls\u00e3o no desenvolvimento de seu neg\u00f3cio. As mudan\u00e7as advindas de modelos estrat\u00e9gicos s\u00e3o fatores fundamentais na evolu\u00e7\u00e3o da empresas sendo essa evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua e satisfat\u00f3ria tanto para o lado do consumidor, quanto para o lado do empreendedor, concedendo desta maneira a rela\u00e7\u00e3o \u201cganha x ganha\u201d.Vale-se pesar que o diferencial seja a grande arma para sobre sair neste mundo competitivo.Al\u00e9m da apropria\u00e7\u00e3o destas ferramentas abordadas neste estudo o empreendedor pode obter resultados a partir de um marketing bem elaborado at\u00e9 mesmo pela promo\u00e7\u00e3o da marca atrav\u00e9s de redes sociais, pela introdu\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o digital, e-commerce, dentre tantos outros m\u00e9todos.<\/p>\n<p><b>No que toca o micro e pequeno empreendedor<\/b> pode-se verificar que nos dias atuais em meio \u00e0s diversas ferramentas voltadas para a gest\u00e3o sustent\u00e1vel fica para tr\u00e1s apenas o empreendedor que n\u00e3o tenha ambi\u00e7\u00e3o ou foco no amadurecimento, desenvolvimento e crescimento de seu neg\u00f3cio. Fato que a cada passo vem tendo menos espa\u00e7o, ou melhor, que esta sendo sufocado e n\u00e3o tem mais espa\u00e7o no cen\u00e1rio atual,o qual vem crescendo constantemente no que tange aos m\u00e9todos e estrat\u00e9gias de gest\u00e3o auto-sustent\u00e1veis. Com isso ganha \u00e0 economia do pa\u00eds que fica aquecida com o giro de capital no mercado, o empres\u00e1rio com efetividade nos processos e a\u00e7\u00f5es, a comunidade que pode ter por meio destes empreendimentos oportunidades de emprego e o consumidor que por sua vez ir\u00e1 adquirir um produto ou servi\u00e7o cada vez melhor. Alimentando desta forma o ciclo que move o sistema capitalista<br \/>\nConclui-se com o estudo aqui referenciado o qu\u00e3o importante s\u00e3o para o empreendedor ou micro empres\u00e1rioa ado\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o de planejamento estrat\u00e9gico, estes que por sua vez propulsionam o desenvolvimento da organiza\u00e7\u00e3o, da popula\u00e7\u00e3o e do pa\u00eds.Esta vis\u00e3o tende a ser uma ferramenta indispens\u00e1vel para o empreendedor que se preze.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias :<\/p>\n<p>ANDRADE, F. F.O que as Micro e Pequenas Empresas Representam para o Brasil. S\u00e3o Paulo, 2007.<br \/>\nANTUNES, J. A for\u00e7a dos Stakeholders (2009); Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.administradores.com.br\/informe-se\/artigos\/a-forca-dos-stakeholders\/33064\/; Acessado em: 13 out. 2011<br \/>\nBEATRIZ, I.Feedback (2010); Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.administradores.com.br\/informe-se\/producao-academica\/feedback\/2878\/; acessado em: 13 out. 2011.<br \/>\nBEM, F. 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